Organograma da OKBr

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#1

Discussão para chegarmos a uma “fotografia” real e atual da governança da OKBr.

Partindo-se do Estatuto é até bem simples… E há também a “tradição” e o que vem sendo praticado, o que nos permite estabelecer os demais elementos acrescentados ao organograma.

A principal motivação para chegarmos a um “organograma oficial da OKBr”, é que vamos dar inicio à construção do Regimento Interno.
No Regimento não precisamos formalizar essa “foto consensual” de hoje, podemos mudar… Mas sem a foto de hoje não saberemos dizer o que estamos mudando e o que está ficando igual.


A ilustração abaixo (obtida com yUML) é só primeira uma tentativa de expressar a “foto de hoje”, o que seria o nosso organograma:

Problemas que ficam realçados pelo organograma — também suscitam discussão para averiguarmos se são consenso —, e eventuais soluções:

  • a já tradicional “Plataforma de Projetos” nunca foi regulamentada, mas as caixinhas de projetos estão de alguma forma representadas: projetos amadureceram e ganharam autonomia, respondem mais diretamente ao Conselho, e projetos “incubados” ou mais efêmeros são mantidos sob a Diretoria Executiva. Alguns não são exatamente “projetos”, como a Escola de Dados, que é muito mais um programa contínuo.

  • Nessa fotografia não aparece o “Conselho Consultivo” pois ele não existe nem na prática nem pelo Estatuto… Nunca existiu uma “tradição”, com obrigações definidas para seus membros ou critérios para ingresso.

  • A Contabilidade e a Comunicação, hoje, são como que departamentos da Diretoria Executiva.

  • O Conselho Fiscal não tem vínculos, e sempre andou meio “desempregado”. Numa mudança poderia receber algumas tarefas do dia-a-dia, como acompanhar as atividades de transparência e contabilidade.

  • … não temos ninguém para cuidar da infraestrutura de uso comum…


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#2

Quanto os problemas listados acima,

Sugestão de solução

Independente do organograma esboçado acima ser ou não ser consensual, ser ou não ser “uma foto fiel” do que temos hoje, foi um bom ponto de partida, destacando problemas… Eles requerem soluções simples e pragmáticas:

  1. Alguns elementos do organograma são claramente o que denominamos em outras ONGs de departamentos: que tal assumirmos que são de fato o “Departamento de Finanças”, e o “Departamento de Comunicação”?
    Quem gerencia um departamento pode ser apelidado de diretor do departamento.

  2. Todo projeto (olhando no organograma esboçado acima são as caixinhas que sobram e não são departamentos) tem tradicionalmente um coordenador e um zelador, ou seja, são as pessoas que devemos destacar nesse tipo de caixinha.
    PS: atualmente, sem Regimento, não temos exigido zeladorias.

  3. O conceito de “projeto” dentro da tradição da OKBr como “plataforma de projetos”, refere-se a algo com começo, meio e fim.
    Iniciativas como a Escola de Dados não seriam portanto considerados projetos, pois “nunca acabam”, e em muitos aspectos se assemelham mais aos departamentos. São na verdade programas contínuos: a Escola de Dados, o Open Data Index, a CiênciaAberta, o Cuidando, e o GastosAbertos.
    NOTA1: alguns como o Cuidando e o GastosAbertos tiveram origem em projetos, mas agora são autônomos.
    NOTA2: alguns como o CiênciaAberta são “imaturos”, por não possuírem patrimônio formalizado num coletivo, nem deveres e obrigações muito claros… seriam “programas apoiados” ao invés de “programas da OKBr”.
    NOTA3: temos um recém-chegando pronto para ser formalizado, o Serenata (!), e a sua formalização será alvo de uma próxima discussão, mas já podemos esboça-lo num organograma para subsidiar discussões.

  4. A “Plataforma de Projetos” e os “Programas Contínuos”, onde a OKBr plugaria os seus projetos e os seus programas, não têm status de departamento ou existência independente, pois a OKBr ainda é muito enxuta para isso… No organograma seriam apenas caixinhas agrupadoras.
    PS: eventualmente o Conselho Deliberativo poderia estabelecer reuniões especiais com os diversos coordenadores de projetos ou diretores de programas, para decisões coletivas mais específicas.

  5. Por fim, para garantir a boa operação no dia-a-dia da própria OKBr, dos seus programas e dos seus projetos, precisamos oferecer a eles uma boa infraestrutura. Criamos o Suporte esses dias, mas o suporte é um apêndice, que responde a alguém que tenha autonomia na gestão da infraestrutura… Como além disso temos diversas demandas na transparência da OKBr (precisamos dar exemplo de transparência!)… Fica a sugestão de um “Departamento de Infraestrutura e Transparência”.
    NOTA: como lida com questões fiscais, contábeis e de auditoria, ficaria ligado também ao Conselho Fiscal, que com isso passaria a ter alguma tarefa para o seu dia-a-dia.

… Resultado

Tendo em vista tais considerações, podemos esboçar algo mais completo e mais afinado com as necessidades de hoje, 2017, da OKBr:

Num diagrama completo podemos detalhar com projetos e programas:


NOTA: mesmo não sendo um condomínio (é uma associação e em geral assinam-se acordos de cooperação não de divisão patrimonial), a estrutura da OKBr com sua Plataforma de Projetos e seus Programas Contínuos, se assemelha neste contexto a um condomínio.
Projetos e programas contínuos, por serem meio autônomos, e por partilharem infraestrutura (por ex. hospedagem online) e patriônio (ex. direito de propriedade sobre nomes de domínio), são como estruturas confederadas de um condomínio… Ver resumo didático neste artigo.


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